Mais um dia normalíssimo, sem qualquer rodeio, sem qualquer precaução. Se bem que, passei mais um dia a pensar em ti. Em todas as conversas que temos e histórias que partilhamos. Delicadamente e muito notório, tu fazes com que o meu dia preencha quando me dizes um “Bom dia”. No início dás logo o brilho ao meu dia. Sinto-me como se nunca estivesse a viver, como se nunca estivesse a passar por um momento destes. Dos quais eu já disse e persistentemente eu volto a dizer, que eu gosto de ti. Gosto da tua maneira de ser, de seres tu próprio, por seres tão verdadeiro, tão sincero, tão querido. És diferente, e mesmo tu diferente, fazes com que eu seja o mesmo que tu. Não entendo. Muitas vezes, fico feliz porque sei que te preocupas com tal, porque sei que te preocupas comigo, “mesmo isso não sendo verdade” eu sinto que sim. Fico feliz por saber que estás bem, que estás no teu canto, naquele sossego sem atrapalhar alguém. Ficando apenas a tua pessoa e penetrando consigo mesmo o seu bem-estar. É engraçado. Fico constantemente a olhar sobre a tua fotografia, sabias? Aquela que me envias-te logo no primeiro dia. Aumento o zoom e observo aquele ar doce, vejo um rapaz tão sincero e meigo. Solto um sorriso! Olhando sobre os teus olhos, vendo que dentro deles existe uma luz. Uma luz simultaneamente brilhante e com cor. És surpreendentemente notório, mesmo. Apesar de não ser muito que nos conhecemos, eu consigo perceber que existe alguma coisa que ainda não está bem definida. Precisa de tempo! Porquê que eu sinto que me fazes feliz, mesmo não sendo daquele jeito colorido que eu já encarei?! Acho que já percebi esse facto. Talvez por gostares do teu rumo, do teu currículo, do teu espaço. Talvez por seres certo em tudo. Isso faz com que me encantes. De forma aceitável, de uma forma sensata.
Extremamente, posso dizer que consigo ser feliz. Poder ser ou não pouco, tu fazes com que um “muito” exista. Fazes com que o muito fique e se estampe ali, sem sair. Ficar agarrado a tal. Um segredo, posso ter mil e um pressentimentos, mas de uma certeza, eu tenho. Gosto de ti! De tal forma que gosto, que até eu já pensei em deixar para trás esse sentimento. Deixar vaguear essa ilusão. Perdoa-me este argumento, mas é o medo. O medo de voltar a sentir-me apaixonado e de voltar a magoar-me a mim mesmo. Medo de voltar a sofrer, nos braços de alguém que me magoe. Tenho eu, plena consciência que eras incapaz de cometer qualquer tipo de erro, tais como este. Magoar os sentimentos de uma pessoa. Também já pensei em afastar-me, e isso eu ainda continuo matutando. Não sei se é um erro voltar apaixonar-me. Talvez, porque o meu último relacionamento fez com que eu perdesse aquela vontade de amar alguém novamente. Mas eu quero, amar alguém que me dê ouvidos, que esteja sempre do meu lado, e que não me julgue por tal. Quero amar alguém, somente alguém sincero, correto, lindo, encantador, alguém verdadeiro, subestimado. Alguém com pura e verdadeira consciência do que é amar. Posso fazer escolhas em toda a minha vida, mas a mais verdadeira escolha, é ficar junto a ti. Junto e sobre aquele aconchego que no qual eu sei que o podes determinar.
Não quero fugir, não quero desaparecer da tua vida, a menos se tu o pedires. Só te quero comigo.
Do meu lado, apenas com duas palavras “eu amo-te”. Poderia eu dizer: *Abraça-me, agarra as minhas duas mãos e diz-me que é comigo que queres passar os restos da tua eterna vida.* Poder podia, mas sei que não irá acontecer. Parece que uma voz me transmite sussurros que me fazem captar palavras desinteressantes. Fico com incertezas a teu respeito. Só quero poder conhecer um pouco mais da tua pessoa, conhecer mais uma parte tua. Conhecer mais gestos teus que me façam dominar o cântico. A promessa vale mais que uma moeda. E hoje, eu deixo aqui uma promessa, uma que te fará pensar: *Prometo ser quem sou, e amar-te como nunca amei ninguém. Respeitar-te mesmo na independência. E fazer-te feliz, se assim tu concordares e me deres essa oportunidade.*
Love You! :3
I love you really!
domingo, 15 de janeiro de 2012 // 08:17
Hoje tive mais um dia.
Mais um dia normalíssimo, sem qualquer rodeio, sem qualquer precaução. Se bem que, passei mais um dia a pensar em ti. Em todas as conversas que temos e histórias que partilhamos. Delicadamente e muito notório, tu fazes com que o meu dia preencha quando me dizes um “Bom dia”. No início dás logo o brilho ao meu dia. Sinto-me como se nunca estivesse a viver, como se nunca estivesse a passar por um momento destes. Dos quais eu já disse e persistentemente eu volto a dizer, que eu gosto de ti. Gosto da tua maneira de ser, de seres tu próprio, por seres tão verdadeiro, tão sincero, tão querido. És diferente, e mesmo tu diferente, fazes com que eu seja o mesmo que tu. Não entendo. Muitas vezes, fico feliz porque sei que te preocupas com tal, porque sei que te preocupas comigo, “mesmo isso não sendo verdade” eu sinto que sim. Fico feliz por saber que estás bem, que estás no teu canto, naquele sossego sem atrapalhar alguém. Ficando apenas a tua pessoa e penetrando consigo mesmo o seu bem-estar. É engraçado. Fico constantemente a olhar sobre a tua fotografia, sabias? Aquela que me envias-te logo no primeiro dia. Aumento o zoom e observo aquele ar doce, vejo um rapaz tão sincero e meigo. Solto um sorriso! Olhando sobre os teus olhos, vendo que dentro deles existe uma luz. Uma luz simultaneamente brilhante e com cor. És surpreendentemente notório, mesmo. Apesar de não ser muito que nos conhecemos, eu consigo perceber que existe alguma coisa que ainda não está bem definida. Precisa de tempo! Porquê que eu sinto que me fazes feliz, mesmo não sendo daquele jeito colorido que eu já encarei?! Acho que já percebi esse facto. Talvez por gostares do teu rumo, do teu currículo, do teu espaço. Talvez por seres certo em tudo. Isso faz com que me encantes. De forma aceitável, de uma forma sensata.
Extremamente, posso dizer que consigo ser feliz. Poder ser ou não pouco, tu fazes com que um “muito” exista. Fazes com que o muito fique e se estampe ali, sem sair. Ficar agarrado a tal. Um segredo, posso ter mil e um pressentimentos, mas de uma certeza, eu tenho. Gosto de ti! De tal forma que gosto, que até eu já pensei em deixar para trás esse sentimento. Deixar vaguear essa ilusão. Perdoa-me este argumento, mas é o medo. O medo de voltar a sentir-me apaixonado e de voltar a magoar-me a mim mesmo. Medo de voltar a sofrer, nos braços de alguém que me magoe. Tenho eu, plena consciência que eras incapaz de cometer qualquer tipo de erro, tais como este. Magoar os sentimentos de uma pessoa. Também já pensei em afastar-me, e isso eu ainda continuo matutando. Não sei se é um erro voltar apaixonar-me. Talvez, porque o meu último relacionamento fez com que eu perdesse aquela vontade de amar alguém novamente. Mas eu quero, amar alguém que me dê ouvidos, que esteja sempre do meu lado, e que não me julgue por tal. Quero amar alguém, somente alguém sincero, correto, lindo, encantador, alguém verdadeiro, subestimado. Alguém com pura e verdadeira consciência do que é amar. Posso fazer escolhas em toda a minha vida, mas a mais verdadeira escolha, é ficar junto a ti. Junto e sobre aquele aconchego que no qual eu sei que o podes determinar.
Não quero fugir, não quero desaparecer da tua vida, a menos se tu o pedires. Só te quero comigo.
Do meu lado, apenas com duas palavras “eu amo-te”. Poderia eu dizer: *Abraça-me, agarra as minhas duas mãos e diz-me que é comigo que queres passar os restos da tua eterna vida.* Poder podia, mas sei que não irá acontecer. Parece que uma voz me transmite sussurros que me fazem captar palavras desinteressantes. Fico com incertezas a teu respeito. Só quero poder conhecer um pouco mais da tua pessoa, conhecer mais uma parte tua. Conhecer mais gestos teus que me façam dominar o cântico. A promessa vale mais que uma moeda. E hoje, eu deixo aqui uma promessa, uma que te fará pensar: *Prometo ser quem sou, e amar-te como nunca amei ninguém. Respeitar-te mesmo na independência. E fazer-te feliz, se assim tu concordares e me deres essa oportunidade.*
Love You! :3
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.