Todos os dias que passam, sinto mais aquela saudade. Uma verdade, a distância faz com que eu goste ainda mais de ti. Após o momento que tudo se desfez, a minha vida deixou de fazer sentido. Isto, porque nunca mais estives-te perto de todos os meus conceitos, de todos os meus desafios. Tudo vagueou, e nem eu dei conta por tal. Sinto aquele vazio enorme dentro de mim, parece que não existe ninguém no mundo. Sou capaz de passar por pessoas na rua e confundir a pessoa pela tua imagem. Sou capaz de revirar os olhos e sentir-te a meu lado. Tentei imensas vezes não pensar em ti, acredita que pensei. Mas mesmo assim, ocorrias-me sempre na mente. Porque tu escorres nas minhas veias. Os meus olhos focam em ti de uma maneira única que nem eu tenho palavras para tal. Será que existe um “tentar novamente?” será que vais voltar ou continuar a fugir de mim? Hoje, sentado sobre a minha secretária, escrevo-te este texto e muitos outros que estão para trás que nunca te mostrei. Nunca me deste essa oportunidade, muito sinceramente. Compreendo-te por andares confuso, consigo compreender a tua mente dividida por duas almas. Acredita compreendo!
Acho que ainda não reparas-te nos meus olhos, quando te vejo eles brilham de tal maneira, que me faço de difícil para não perceberes que dentro deles tem uma lente que te foca, quando te observam.
Agora sem ti por perto, eu choro, grito, solto berros. Não faço isto por não te ter, mas sim porque sinto ódio de mim próprio. Isto, por me ter iludido bastante, e por não te conseguir tirar da cabeça. Nem imaginas a dificuldade que tenho em tentar fazê-lo.
Por momentos, tento lembrar de outras coisas quais queres, para não pensar em ti, para tentar tirar-te da mente. Mais uma vez, a dificuldade permanece dentro de mim. Habituei-me de uma maneira a ti, que… Grr.
Lembro-me de todos aqueles momentos fantásticos que passamos os dois juntos. Nessa altura, estávamos unidos, um com o outro. Sem ninguém no meio. Relembro todas as vezes que estávamos em chamada e que gozavas com a minha pronúncia, lembro-me também das vezes que ficamos empolgados no carro, hás turras um com o outro. Das vezes que me agarravas a mão e me puxavas diante ti, para me beijares. Neste momento consigo soltar um sorriso, porque recordo-me da tua cara a sorrir para mim, recordo-me pois das vezes que me irritavas, e que me davas aquela vontade de te esganar.
Mas porque que tudo se foi embora? Porquê que tudo se desmotivou?
Hoje, ainda não soltei uma lagrima, porque ainda não olhei a nossa fotografia. E acredita que preferia estar como estávamos de como estamos neste preciso momento. Distantes um do outro! Sem um único momento para recordar. Pergunto-me: “O que devo eu de fazer?”.
Pensei em desistir, mas desistir de vez. Francamente, nem eu sei o que queres de mim, não sei o que faço na tua vida, (se é que estou dentro dela). Acho que é para perder tempo. É a única opção para pensar. Devo mesmo eu desistir? Partir de vez e nunca mais te ver. A última coisa que te posso dizer agora é, que dá-me a vontade enorme de querer estar contigo e dizer-te todas estas palavras, e dizer-te por fim, que te queria beijar, agarrar e nunca mais te
largar.
Should I or shouldn't I?
domingo, 11 de dezembro de 2011 // 13:17
Todos os dias que passam, sinto mais aquela saudade. Uma verdade, a distância faz com que eu goste ainda mais de ti. Após o momento que tudo se desfez, a minha vida deixou de fazer sentido. Isto, porque nunca mais estives-te perto de todos os meus conceitos, de todos os meus desafios. Tudo vagueou, e nem eu dei conta por tal. Sinto aquele vazio enorme dentro de mim, parece que não existe ninguém no mundo. Sou capaz de passar por pessoas na rua e confundir a pessoa pela tua imagem. Sou capaz de revirar os olhos e sentir-te a meu lado. Tentei imensas vezes não pensar em ti, acredita que pensei. Mas mesmo assim, ocorrias-me sempre na mente. Porque tu escorres nas minhas veias. Os meus olhos focam em ti de uma maneira única que nem eu tenho palavras para tal. Será que existe um “tentar novamente?” será que vais voltar ou continuar a fugir de mim? Hoje, sentado sobre a minha secretária, escrevo-te este texto e muitos outros que estão para trás que nunca te mostrei. Nunca me deste essa oportunidade, muito sinceramente. Compreendo-te por andares confuso, consigo compreender a tua mente dividida por duas almas. Acredita compreendo!
Acho que ainda não reparas-te nos meus olhos, quando te vejo eles brilham de tal maneira, que me faço de difícil para não perceberes que dentro deles tem uma lente que te foca, quando te observam.
Agora sem ti por perto, eu choro, grito, solto berros. Não faço isto por não te ter, mas sim porque sinto ódio de mim próprio. Isto, por me ter iludido bastante, e por não te conseguir tirar da cabeça. Nem imaginas a dificuldade que tenho em tentar fazê-lo.
Por momentos, tento lembrar de outras coisas quais queres, para não pensar em ti, para tentar tirar-te da mente. Mais uma vez, a dificuldade permanece dentro de mim. Habituei-me de uma maneira a ti, que… Grr.
Lembro-me de todos aqueles momentos fantásticos que passamos os dois juntos. Nessa altura, estávamos unidos, um com o outro. Sem ninguém no meio. Relembro todas as vezes que estávamos em chamada e que gozavas com a minha pronúncia, lembro-me também das vezes que ficamos empolgados no carro, hás turras um com o outro. Das vezes que me agarravas a mão e me puxavas diante ti, para me beijares. Neste momento consigo soltar um sorriso, porque recordo-me da tua cara a sorrir para mim, recordo-me pois das vezes que me irritavas, e que me davas aquela vontade de te esganar.
Mas porque que tudo se foi embora? Porquê que tudo se desmotivou?
Hoje, ainda não soltei uma lagrima, porque ainda não olhei a nossa fotografia. E acredita que preferia estar como estávamos de como estamos neste preciso momento. Distantes um do outro! Sem um único momento para recordar. Pergunto-me: “O que devo eu de fazer?”.
Pensei em desistir, mas desistir de vez. Francamente, nem eu sei o que queres de mim, não sei o que faço na tua vida, (se é que estou dentro dela). Acho que é para perder tempo. É a única opção para pensar. Devo mesmo eu desistir? Partir de vez e nunca mais te ver. A última coisa que te posso dizer agora é, que dá-me a vontade enorme de querer estar contigo e dizer-te todas estas palavras, e dizer-te por fim, que te queria beijar, agarrar e nunca mais te
largar.
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.