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Just so you know.
Não quero um rapaz. Quero um homem.

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one be me.

Miguel Sousa. 16 anos.
Paços de Ferreira.

sorridente. chorão. orgulhoso. alegre. divertido. forte. optimista. simpático. feliz. apaixonado. amigo. criativo. sonhador. chato. imaginativo. nervoso. conversador. maluco. responsável. organizado.
Dance, photography and guys! ♥
Should I or shouldn't I?
domingo, 11 de dezembro de 2011 // 13:17


Todos os dias que passam, sinto mais aquela saudade. Uma verdade, a distância faz com que eu goste ainda mais de ti. Após o momento que tudo se desfez, a minha vida deixou de fazer sentido. Isto, porque nunca mais estives-te perto de todos os meus conceitos, de todos os meus desafios. Tudo vagueou, e nem eu dei conta por tal. Sinto aquele vazio enorme dentro de mim, parece que não existe ninguém no mundo. Sou capaz de passar por pessoas na rua e confundir a pessoa pela tua imagem. Sou capaz de revirar os olhos e sentir-te a meu lado. Tentei imensas vezes não pensar em ti, acredita que pensei. Mas mesmo assim, ocorrias-me sempre na mente. Porque tu escorres nas minhas veias. Os meus olhos focam em ti de uma maneira única que nem eu tenho palavras para tal. Será que existe um “tentar novamente?” será que vais voltar ou continuar a fugir de mim? Hoje, sentado sobre a minha secretária, escrevo-te este texto e muitos outros que estão para trás que nunca te mostrei. Nunca me deste essa oportunidade, muito sinceramente. Compreendo-te por andares confuso, consigo compreender a tua mente dividida por duas almas. Acredita compreendo!
Acho que ainda não reparas-te nos meus olhos, quando te vejo eles brilham de tal maneira, que me faço de difícil para não perceberes que dentro deles tem uma lente que te foca, quando te observam.
Agora sem ti por perto, eu choro, grito, solto berros. Não faço isto por não te ter, mas sim porque sinto ódio de mim próprio. Isto, por me ter iludido bastante, e por não te conseguir tirar da cabeça. Nem imaginas a dificuldade que tenho em tentar fazê-lo.
Por momentos, tento lembrar de outras coisas quais queres, para não pensar em ti, para tentar tirar-te da mente. Mais uma vez, a dificuldade permanece dentro de mim. Habituei-me de uma maneira a ti, que… Grr. 
Lembro-me de todos aqueles momentos fantásticos que passamos os dois juntos. Nessa altura, estávamos unidos, um com o outro. Sem ninguém no meio. Relembro todas as vezes que estávamos em chamada e que gozavas com a minha pronúncia, lembro-me também das vezes que ficamos empolgados no carro, hás turras um com o outro. Das vezes que me agarravas a mão e me puxavas diante ti, para me beijares. Neste momento consigo soltar um sorriso, porque recordo-me da tua cara a sorrir para mim, recordo-me pois das vezes que me irritavas, e que me davas aquela vontade de te esganar.
Mas porque que tudo se foi embora? Porquê que tudo se desmotivou? 
Hoje, ainda não soltei uma lagrima, porque ainda não olhei a nossa fotografia. E acredita que preferia estar como estávamos de como estamos neste preciso momento. Distantes um do outro! Sem um único momento para recordar. Pergunto-me: “O que devo eu de fazer?”.
Pensei em desistir, mas desistir de vez. Francamente, nem eu sei o que queres de mim, não sei o que faço na tua vida, (se é que estou dentro dela). Acho que é para perder tempo. É a única opção para pensar. Devo mesmo eu desistir? Partir de vez e nunca mais te ver. A última coisa que te posso dizer agora é, que dá-me a vontade enorme de querer estar contigo e dizer-te todas estas palavras, e dizer-te por fim, que te queria beijar, agarrar e nunca mais te
largar.