Quase todos os dias sinto-me desamparado e angustiado. Na verdade não tenho um bom relacionamento comigo mesmo. Torno as coisas fáceis e ao mesmo tempo difíceis. Mas porquê? Gostava tanto poder viver uma vida normal como quase todas as pessoas. Gostava tanto de poder amar alguém sem conflitos! Queria que as pessoas gostassem de mim, queria que precisassem de mim, queria-me sentir útil. Gostava que todas as pessoas percebessem que o meu maior desejo é ter quem eu quero, quem eu sempre desejei ter. Todas as vezes que converso com alguém que não faça parte da minha família, sinto-me mal, não consigo olhar nos olhos, fico inquieto, e ao tentar olhar nos olhos faço caretas. Não sei, mais o que fazer, dá vontade de desistir da vida. Isto porque às vezes não consigo ser diferente, não consigo ser normal!
Encontrei alguém que me fez acreditar que a vida é capaz de tudo. Que o ser humano pode viver na tranquilidade sem causar extremos e exagerados conflitos. Pois sim, ajudaste-me a ser diferente de todas aquelas pessoas que quando choravam tentavam suicidar-se, ajudaste-me a dar valor há vida. Por momentos, estraguei o que de mais valioso existia em nós. Derrubei aquele teu sentimento que por mim tu sentias iludido. Porquê? Porque que às vezes sou tão confuso. Porquê que às vezes estruturo palavras e momentos em outros sentidos? Porquê?
Acabo por te magoar sem intensão de o fazer, levanto a maldade e deixo-te desamparado. Nunca quis que isso acontecesse. NUNCA MESMO! Pelos vistos, estraguei todo aquele relacionamento que tínhamos, destrui todas aquelas palavras que por ti me forma ditas. Ai, soltou-se o arrependimento de todas elas. Sabes? Odeio-me a mim mesmo. Odeio-me por completo. Aqueles estranhos arrepios entrem dentro de mim e acabam por fazer borrice. Nunca entreguei-me a esse aspeto. Quis sempre amar-te como desde do inico. Como desde o primeiro beijo que por ti me foi transmitido. Eu quero emendar o erro que cometi. E vou emenda-lo. Não te vou deixar partir assim tão facilmente. Não vou! Irei agarrar em tua mão e dizer-te nos olhos que para mim serás aquela pessoa que sempre desejei. Que sempre amei em toda a minha vida. Que sempre vou amar. Quero-te o mais perto possível, quero-te daquela forma única que já andava há tempos à espera. Deste-me essa oportunidade, mas quase que estraguei tudo. Ficaste confuso e nunca o quis assim. As lagrimas despertaram e tantas gotas de águas caíram sobre o meu rosto. Nunca me senti assim, tão podre, tão insensível, tão incompleto, tão desorientado!
Quero tudo de volta, quero aqueles sorrisos que partilhamos juntos. Quero aquelas tuas mãos suaves encostadas no meu corpo, até mesmo no rosto quando me beijavas. Quero-te mais do que imaginas. Perdoa-me e volta a ser o que eras comigo.):
Forgive me!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011 // 04:00
Quase todos os dias sinto-me desamparado e angustiado. Na verdade não tenho um bom relacionamento comigo mesmo. Torno as coisas fáceis e ao mesmo tempo difíceis. Mas porquê? Gostava tanto poder viver uma vida normal como quase todas as pessoas. Gostava tanto de poder amar alguém sem conflitos! Queria que as pessoas gostassem de mim, queria que precisassem de mim, queria-me sentir útil. Gostava que todas as pessoas percebessem que o meu maior desejo é ter quem eu quero, quem eu sempre desejei ter. Todas as vezes que converso com alguém que não faça parte da minha família, sinto-me mal, não consigo olhar nos olhos, fico inquieto, e ao tentar olhar nos olhos faço caretas. Não sei, mais o que fazer, dá vontade de desistir da vida. Isto porque às vezes não consigo ser diferente, não consigo ser normal!
Encontrei alguém que me fez acreditar que a vida é capaz de tudo. Que o ser humano pode viver na tranquilidade sem causar extremos e exagerados conflitos. Pois sim, ajudaste-me a ser diferente de todas aquelas pessoas que quando choravam tentavam suicidar-se, ajudaste-me a dar valor há vida. Por momentos, estraguei o que de mais valioso existia em nós. Derrubei aquele teu sentimento que por mim tu sentias iludido. Porquê? Porque que às vezes sou tão confuso. Porquê que às vezes estruturo palavras e momentos em outros sentidos? Porquê?
Acabo por te magoar sem intensão de o fazer, levanto a maldade e deixo-te desamparado. Nunca quis que isso acontecesse. NUNCA MESMO! Pelos vistos, estraguei todo aquele relacionamento que tínhamos, destrui todas aquelas palavras que por ti me forma ditas. Ai, soltou-se o arrependimento de todas elas. Sabes? Odeio-me a mim mesmo. Odeio-me por completo. Aqueles estranhos arrepios entrem dentro de mim e acabam por fazer borrice. Nunca entreguei-me a esse aspeto. Quis sempre amar-te como desde do inico. Como desde o primeiro beijo que por ti me foi transmitido. Eu quero emendar o erro que cometi. E vou emenda-lo. Não te vou deixar partir assim tão facilmente. Não vou! Irei agarrar em tua mão e dizer-te nos olhos que para mim serás aquela pessoa que sempre desejei. Que sempre amei em toda a minha vida. Que sempre vou amar. Quero-te o mais perto possível, quero-te daquela forma única que já andava há tempos à espera. Deste-me essa oportunidade, mas quase que estraguei tudo. Ficaste confuso e nunca o quis assim. As lagrimas despertaram e tantas gotas de águas caíram sobre o meu rosto. Nunca me senti assim, tão podre, tão insensível, tão incompleto, tão desorientado!
Quero tudo de volta, quero aqueles sorrisos que partilhamos juntos. Quero aquelas tuas mãos suaves encostadas no meu corpo, até mesmo no rosto quando me beijavas. Quero-te mais do que imaginas. Perdoa-me e volta a ser o que eras comigo.):
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.