Já ao amanhecer, com aquela luz forte bater sobre o rosto… Abrir as janelas e sentir a brisa, os pássaros cantar e o sol acordar.
Como é bom, tomar um quentinho banho, secar com aquela toalha que por ti me foi oferecida… Secar o cabelo e vestir uma roupa agradável com aquele fresco e sensual tecido. Vou sobre a porta e paro… Recuo-o o passo para pegar no casaco, para me proteger do frio! Após isso, saio para a rua… Vejo todas as pessoas sorrirem, conversando umas com as outras, compartilhando conversas interessantes… Sussurro devagar, e para mim… Suspiro com aquela tranquilidade sem saber o quê e porquê. O dia está claro, o céu cinzento e as folhas das árvores já todas descaídas…
Restam poucas árvores com as folhas empolgadas umas em cima das outras… Sobre todas as árvores eu vou caminhando, sem parar, continuo com aquele passo e com tantos outros, presigo quem está lá no fundo sentado, há minha espera! A ansiedade aproxima, o arrepio solta, e nem um sorriso encaro. Ao fundo, encontro uma caravana de farturas quentinhas… Vou sobre ela, e ocorre-me por comprar uma, para me poder aconchegar! Sem receio, pego no telemóvel e recuo para todas aquelas mensagens que por ti me foram enviadas, que por ti me foram recebidas. Releio todas aquelas palavras fantásticas que nos dois trocamos… Fico congelado no silêncio, e nem um abraço conseguia dar, apenas a saudade apertava meus braços. Seguro no saco das farturas, e mesmo assim, ainda lendo aquelas palavras… O sol começa a brilhar, os meus olhos começam a mudar de cor, o vento aproxima e o teu rosto encosta sobre o meu ombro… Será que foi por ter sentido algo que nem eu sabia? Na verdade, fizeste-me acreditar, fizeste-me contemplar cada passo. Assim que vi os teus olhos olhando nos meus, a tua mão agarra a minha e o teu lábio encosta sobre o meu.
terça-feira, 15 de novembro de 2011 // 15:17
The cozy
Já ao amanhecer, com aquela luz forte bater sobre o rosto… Abrir as janelas e sentir a brisa, os pássaros cantar e o sol acordar.
Como é bom, tomar um quentinho banho, secar com aquela toalha que por ti me foi oferecida… Secar o cabelo e vestir uma roupa agradável com aquele fresco e sensual tecido. Vou sobre a porta e paro… Recuo-o o passo para pegar no casaco, para me proteger do frio! Após isso, saio para a rua… Vejo todas as pessoas sorrirem, conversando umas com as outras, compartilhando conversas interessantes… Sussurro devagar, e para mim… Suspiro com aquela tranquilidade sem saber o quê e porquê. O dia está claro, o céu cinzento e as folhas das árvores já todas descaídas…
Restam poucas árvores com as folhas empolgadas umas em cima das outras… Sobre todas as árvores eu vou caminhando, sem parar, continuo com aquele passo e com tantos outros, presigo quem está lá no fundo sentado, há minha espera! A ansiedade aproxima, o arrepio solta, e nem um sorriso encaro. Ao fundo, encontro uma caravana de farturas quentinhas… Vou sobre ela, e ocorre-me por comprar uma, para me poder aconchegar! Sem receio, pego no telemóvel e recuo para todas aquelas mensagens que por ti me foram enviadas, que por ti me foram recebidas. Releio todas aquelas palavras fantásticas que nos dois trocamos… Fico congelado no silêncio, e nem um abraço conseguia dar, apenas a saudade apertava meus braços. Seguro no saco das farturas, e mesmo assim, ainda lendo aquelas palavras… O sol começa a brilhar, os meus olhos começam a mudar de cor, o vento aproxima e o teu rosto encosta sobre o meu ombro… Será que foi por ter sentido algo que nem eu sabia? Na verdade, fizeste-me acreditar, fizeste-me contemplar cada passo. Assim que vi os teus olhos olhando nos meus, a tua mão agarra a minha e o teu lábio encosta sobre o meu.
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.