Procurei-te na escuridão das noites em que ficava na janela a olhar o céu, procurei-te nas manhãs coloridas quando acordava e sentia o brilho do Sol, procurei-te nas tardes frias que passava sentado junto à lareira a pensar, procurei-te na beleza do pôr-do-sol e na magia do luar.Julguei encontrar-te daquela vez em que o vento me trouxe alguém que pensei ser perfeito, mas meses depois entendi que não.Não desisti. Mais fraco e cabisbaixo voltei a procurar-te, agora no silêncio. Apareceu uma alma estranha , sabia que não era quem procurava mas tentei fazer com que o fosse. Magoei-me, sofri, errei.Quando tudo se estava a tornar perfeito, a rapariga dos meus sonhos aparece, destrói tudo e leva-me para uma realidade que era, nada mais nada menos, que aquela que sempre procurei e que sempre quis. Ao princípio, tudo era demasiado encantado para ser real, pensava eu. Mas com o desenrolar da história deixei-me levar pelo teu mistério e charme e acabei por encontrar o chamado "paraíso".
E os "porquê"/s? Onde estão os "porquê"/s? Para onde foram os olhares insistentes e as mãos transpiradas? Tenho saudades do teu perfume, dos momentos só nossos, tenho saudades dos beijos, sinto falta dos beijinhos na testa, sinto saudades quando me dizes pessoalmente: “amo-te melhor (...).” Quero voltar a sentir os teus lábios nos meus, o teu tremer e o teu coração bater. Quero voltar a ver-te, a ter-te e a conhecer-te.
Encontrei-te e jamais te deixarei partir. Fica, nunca partas para longe de mim, para isso basta a distância que nos impede um beijo de bom dia.
É por estas que hoje eu não consigo viver sem ti, não consigo dormir em saber que um dia posso perder-te, não iria aceitar.
love you really.
sábado, 10 de setembro de 2011 // 07:41
Procurei-te na escuridão das noites em que ficava na janela a olhar o céu, procurei-te nas manhãs coloridas quando acordava e sentia o brilho do Sol, procurei-te nas tardes frias que passava sentado junto à lareira a pensar, procurei-te na beleza do pôr-do-sol e na magia do luar.Julguei encontrar-te daquela vez em que o vento me trouxe alguém que pensei ser perfeito, mas meses depois entendi que não.Não desisti. Mais fraco e cabisbaixo voltei a procurar-te, agora no silêncio. Apareceu uma alma estranha , sabia que não era quem procurava mas tentei fazer com que o fosse. Magoei-me, sofri, errei.Quando tudo se estava a tornar perfeito, a rapariga dos meus sonhos aparece, destrói tudo e leva-me para uma realidade que era, nada mais nada menos, que aquela que sempre procurei e que sempre quis. Ao princípio, tudo era demasiado encantado para ser real, pensava eu. Mas com o desenrolar da história deixei-me levar pelo teu mistério e charme e acabei por encontrar o chamado "paraíso".
E os "porquê"/s? Onde estão os "porquê"/s? Para onde foram os olhares insistentes e as mãos transpiradas? Tenho saudades do teu perfume, dos momentos só nossos, tenho saudades dos beijos, sinto falta dos beijinhos na testa, sinto saudades quando me dizes pessoalmente: “amo-te melhor (...).” Quero voltar a sentir os teus lábios nos meus, o teu tremer e o teu coração bater. Quero voltar a ver-te, a ter-te e a conhecer-te.
Encontrei-te e jamais te deixarei partir. Fica, nunca partas para longe de mim, para isso basta a distância que nos impede um beijo de bom dia.
É por estas que hoje eu não consigo viver sem ti, não consigo dormir em saber que um dia posso perder-te, não iria aceitar.
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.