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Just so you know.
Não quero um rapaz. Quero um homem.

see about freedom links




one be me.

Miguel Sousa. 16 anos.
Paços de Ferreira.

sorridente. chorão. orgulhoso. alegre. divertido. forte. optimista. simpático. feliz. apaixonado. amigo. criativo. sonhador. chato. imaginativo. nervoso. conversador. maluco. responsável. organizado.
Dance, photography and guys! ♥
I Believe.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012 // 11:47


Os dias vão passando e cada vez mais me sinto na escuridão. Talvez por a vida às vezes não ser como muitas vezes queremos que ela seja. Mas em determinada precaução, sinto e duvido cada vez mais da minha felicidade. Não das minhas capacidades, mas sim daquele aconchego do qual eu tenho saudades. Sinto plena saudade de saber como é amar alguém, de como é sentir novamente como é amar alguém e persentir que essa mesma pessoa está do meu lado. A saudade às vezes mata-me. Ando às voltas na minha vida, sinto que cada dia que passa, eu imagino muito e o que não acontece é o que mais quero, ser feliz! Às vezes é bom estar um pouco sozinho e encostar sobre uma parede, com música nas alturas, e escrever de verdade o que é uma vida a dois. Já fiz isso imensas vezes. Senti demasiada saudade de sentir alguém nos meus braços. De agarrar um corpo e encosta-lo sobre o meu. Num contexto, quero voltar amar, quero voltar a sentir-me amado, o que não tenho tido muita sorte. Mas o facto de não sentir tudo isso, sinto que estou confuso. Sinto-me desorientado por dentro. Às vezes, muito exageradamente, gostava de abrir a cabeça e tirar tudo aquilo que não quero, tirar aquilo que está a mais. E colocar um novo rumo no qual eu sei que um dia irá aparecer. Pode ser tarde, mas tenho fé. Sinto que uma nova revolução está a entrar na minha vida. Que um novo capítulo vai começar, posso até estar errado, mas sinto que alguém me vai fazer feliz. Contínuo com medo, mas isso deixo de lado, pode ser apenas pressentimento no qual pode ser apenas ilusão. Acho que conheci alguém. Um ser humano no qual eu já vi mas como tu acho que não posso argumentar por tal. Ter-te conhecido acho que me fez bem. Falar contigo faz-me sentir diferente, faz com que eu esteja cada vez mais seguro, mais confiante. Sei lá! Acho e muito sinceramente, pressinto que vais ser aquela pessoa no qual penso que me fará feliz. Não quero estar errado, e por favor não me faças chegar a esse ponto, porque a ilusão e as expectativas que tenho em relação e ti, são demasiados fortes e notórias. Começa por captar no teu sensato olhar que precisas de alguém. Que precisas de uma determinada pessoa que te faça suficientemente feliz. Sabes, começo a pensar em juntar-me a ti, em relação a esse subjectivo. Calculo e acredito que às vezes o que queremos não é como bem pensamos, sinto que estar ou não acompanhado, conseguimos ser felizes. Se bem que um bom acompanhamento fará as nossas vidas mudar. Mas o que me leva a rebaixar neste facto, é a distância. Os quilómetros que estamos um do outro. Isso deixa-me completamente desbloqueado. Descontrolo-me em saber que quero ser feliz com uma requintada pessoa e não consigo. Por vezes, atrai-me aquele fluxo de energia que eu gostava de sentir junto do teu ombro amigo, junto do teu peito com um bom coração. Sinto mesmo que és um bom rapaz, que és um bom companheiro. Com tudo, isto leva-me a pensar no verdadeiro rapaz que és. Naquilo que eu quero que sejas se algo entre nós acontecer. Desejo meras vezes, e penso na tua pessoa no qual me deixa confuso, porque na verdade existe alguém dentro de mim. Mas tu consegues seduzir-me. Consegues fazer-me sorrir. Grr, isto é plena confusão dentro de mim. Nem consigo pensar direito. Mas vá! Quero apenas tentar, e tentar para ver no que dá. Só te digo, quero que me faças feliz, porque eu estou a gostar mesmo de te conhecer. E fica desde já mentalizado, que eu agradeço por estares sempre presente e por me desejares toda a felicidade da vida. Porque eu não me esqueço cada palavra por ti pronunciada. Posso ser muito esquecido, ou até distraído, no qual eu sou bastante, mas uma coisa certa posso ter é que eu sei de todas as palavras que dizes. Guarda todas aquelas lindas fábulas que me transmites. Obrigado. Obrigado por apareceres na minha vida. Faz-me feliz, e eu prometer-te-ei em dar-te tudo aquilo que nunca tiveste em toda a tua vida.






I love you really!
domingo, 15 de janeiro de 2012 // 08:17


Hoje tive mais um dia.
Mais um dia normalíssimo, sem qualquer rodeio, sem qualquer precaução. Se bem que, passei mais um dia a pensar em ti. Em todas as conversas que temos e histórias que partilhamos. Delicadamente e muito notório, tu fazes com que o meu dia preencha quando me dizes um “Bom dia”. No início dás logo o brilho ao meu dia. Sinto-me como se nunca estivesse a viver, como se nunca estivesse a passar por um momento destes. Dos quais eu já disse e persistentemente eu volto a dizer, que eu gosto de ti. Gosto da tua maneira de ser, de seres tu próprio, por seres tão verdadeiro, tão sincero, tão querido. És diferente, e mesmo tu diferente, fazes com que eu seja o mesmo que tu. Não entendo. Muitas vezes, fico feliz porque sei que te preocupas com tal, porque sei que te preocupas comigo, “mesmo isso não sendo verdade” eu sinto que sim. Fico feliz por saber que estás bem, que estás no teu canto, naquele sossego sem atrapalhar alguém. Ficando apenas a tua pessoa e penetrando consigo mesmo o seu bem-estar. É engraçado. Fico constantemente a olhar sobre a tua fotografia, sabias? Aquela que me envias-te logo no primeiro dia. Aumento o zoom e observo aquele ar doce, vejo um rapaz tão sincero e meigo. Solto um sorriso! Olhando sobre os teus olhos, vendo que dentro deles existe uma luz. Uma luz simultaneamente brilhante e com cor. És surpreendentemente notório, mesmo. Apesar de não ser muito que nos conhecemos, eu consigo perceber que existe alguma coisa que ainda não está bem definida. Precisa de tempo! Porquê que eu sinto que me fazes feliz, mesmo não sendo daquele jeito colorido que eu já encarei?! Acho que já percebi esse facto. Talvez por gostares do teu rumo, do teu currículo, do teu espaço. Talvez por seres certo em tudo. Isso faz com que me encantes. De forma aceitável, de uma forma sensata.
Extremamente, posso dizer que consigo ser feliz. Poder ser ou não pouco, tu fazes com que um “muito” exista. Fazes com que o muito fique e se estampe ali, sem sair. Ficar agarrado a tal. Um segredo, posso ter mil e um pressentimentos, mas de uma certeza, eu tenho. Gosto de ti! De tal forma que gosto, que até eu já pensei em deixar para trás esse sentimento. Deixar vaguear essa ilusão. Perdoa-me este argumento, mas é o medo. O medo de voltar a sentir-me apaixonado e de voltar a magoar-me a mim mesmo. Medo de voltar a sofrer, nos braços de alguém que me magoe. Tenho eu, plena consciência que eras incapaz de cometer qualquer tipo de erro, tais como este. Magoar os sentimentos de uma pessoa. Também já pensei em afastar-me, e isso eu ainda continuo matutando. Não sei se é um erro voltar apaixonar-me. Talvez, porque o meu último relacionamento fez com que eu perdesse aquela vontade de amar alguém novamente. Mas eu quero, amar alguém que me dê ouvidos, que esteja sempre do meu lado, e que não me julgue por tal. Quero amar alguém, somente alguém sincero, correto, lindo, encantador, alguém verdadeiro, subestimado. Alguém com pura e verdadeira consciência do que é amar. Posso fazer escolhas em toda a minha vida, mas a mais verdadeira escolha, é ficar junto a ti. Junto e sobre aquele aconchego que no qual eu sei que o podes determinar.
Não quero fugir, não quero desaparecer da tua vida, a menos se tu o pedires. Só te quero comigo.
Do meu lado, apenas com duas palavras “eu amo-te”. 
Poderia eu dizer: *Abraça-me, agarra as minhas duas mãos e diz-me que é comigo que queres passar os restos da tua eterna vida.* Poder podia, mas sei que não irá acontecer. Parece que uma voz me transmite sussurros que me fazem captar palavras desinteressantes. Fico com incertezas a teu respeito. Só quero poder conhecer um pouco mais da tua pessoa, conhecer mais uma parte tua. Conhecer mais gestos teus que me façam dominar o cântico. A promessa vale mais que uma moeda. E hoje, eu deixo aqui uma promessa, uma que te fará pensar: *Prometo ser quem sou, e amar-te como nunca amei ninguém. Respeitar-te mesmo na independência. E fazer-te feliz, se assim tu concordares e me deres essa oportunidade.*
Love You! :3

My birthday!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011 // 09:55






Já passaram 15 anos, O tempo realmente passa a voar, ainda me lembro de quando soprei as velas do meu 5º aniversário, Hoje vou soprar a do meu 15º aniversário. Olho para trás e vejo por tudo aquilo que passei, por tudo aquilo que vivi, recordo todos aqueles momentos de alegria e também os de tristeza. Aqueles momentos que lutei por algo que queria. Hoje, com 15 anos, pretendo continuar a minha vida com todos aqueles/as parceiros da vida. Irei continuar aquela batalha para encontrar a minha felicidade. A verdade é que os anos passam, e o poder da responsabilidade aumenta. Aproveitar bem, pois não temos 15 anos todos os dias… 


meu aniversário foi dia: 26 de Dezembro. Só que publiquei hoje este mini texto!

I think I love you.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011 // 14:38


Um desabafo:
Será que um dia terei oportunidade te dizer um segredo que cruzou a minha vida, e que no qual não quer sair com medo do que possas dizer? Eu acho que estou apaixonado, não sei bem o que aconteceu. Foi mesmo quando começamos a falar, parece estranho, mas é bem real. Entre todas as nossas conversas, eu fico cada vez mais viciado numa parte tua. E isso faz com que eu diga, “eu acho que gosto de ti!”. Poderia eu, correr e estar contigo e dizer-te que queria construir uma vida a teu lado, realizar novos sonhos, e partilhar novos momentos, nos quais nunca me iria esquecer.
Acho que às vezes dizer um “amo-te” é fácil, mas por outro caminho é difícil. Encarando bem, eu quero dizer algo que te deixe feliz, algo que te deixe consciente. Mas acho demasiado cedo. Mas eu acho mesmo que te amo.
Parece tudo tão confuso, e tão surpreendente, mas acho que o “amor há primeira vista” muito sinceramente, existe.
Sinto uma parte tua dentro de mim, que me cativa, que me acarinha de uma forma limpa e amorosa. Já me decidi, eu quero estar em cada instante ao teu lado, ter motivos e razões para viver, abraçar-te durante a vida inteira e acordar contigo a cada amanhecer. Sentir o teu rosto tocando no meu, fazes-me tão bem!
Quero poder ler-te poemas de amor, fazer-te festas no cabelo, perder-me num suspiro e num beijo, perder-me no teu sorriso, perder-me contigo no mar, perder-me e ser feliz, sair daqui, sair contigo, sermos unos, os dois, eu contigo e tu comigo, Quero ser feliz ao teu lado, quero amar-te, quero!
É cedo de mais para dizer tal coisa, mas eu sinto mesmo este sentimento. Acho que em toda a minha vida, nunca senti o que estou a sentir. Mas acredita, que apesar de tudo isto ser repentino, é bem real. Ontem, pus-me a ler todas as nossas conversas, não são muitas, mas estive. Pensei eu para mim, e sinceramente é verdade, tu és diferente de outro qualquer tipo de pessoa. Sinto-te mesmo dentro de mim. Em tão pouco tempo, já sonhei contigo, junto a mim, como se já te conhecesse-se à bastante tempo!
És diferente em tudo mesmo! Não tenho palavras para tal. Sinto que iria ser feliz a teu lado, não interessava a distância, sabia eu que íamos construir uma cumplicidade perante nós. Mas acho que não será possível, pela tua parte!
Sei eu que estás em outro, que a tua mente pensa noutra pessoa. Terei eu que me vaguear novamente sozinho! Pois eu sei que nunca conseguirei ser feliz com alguém. Isso magoa-me. Sei que nada entre nós se irá construir o mínimo de uma felicidade, mas eu quero, que sejas feliz! Mas nunca fujas de mim.

Should I or shouldn't I?
domingo, 11 de dezembro de 2011 // 13:17


Todos os dias que passam, sinto mais aquela saudade. Uma verdade, a distância faz com que eu goste ainda mais de ti. Após o momento que tudo se desfez, a minha vida deixou de fazer sentido. Isto, porque nunca mais estives-te perto de todos os meus conceitos, de todos os meus desafios. Tudo vagueou, e nem eu dei conta por tal. Sinto aquele vazio enorme dentro de mim, parece que não existe ninguém no mundo. Sou capaz de passar por pessoas na rua e confundir a pessoa pela tua imagem. Sou capaz de revirar os olhos e sentir-te a meu lado. Tentei imensas vezes não pensar em ti, acredita que pensei. Mas mesmo assim, ocorrias-me sempre na mente. Porque tu escorres nas minhas veias. Os meus olhos focam em ti de uma maneira única que nem eu tenho palavras para tal. Será que existe um “tentar novamente?” será que vais voltar ou continuar a fugir de mim? Hoje, sentado sobre a minha secretária, escrevo-te este texto e muitos outros que estão para trás que nunca te mostrei. Nunca me deste essa oportunidade, muito sinceramente. Compreendo-te por andares confuso, consigo compreender a tua mente dividida por duas almas. Acredita compreendo!
Acho que ainda não reparas-te nos meus olhos, quando te vejo eles brilham de tal maneira, que me faço de difícil para não perceberes que dentro deles tem uma lente que te foca, quando te observam.
Agora sem ti por perto, eu choro, grito, solto berros. Não faço isto por não te ter, mas sim porque sinto ódio de mim próprio. Isto, por me ter iludido bastante, e por não te conseguir tirar da cabeça. Nem imaginas a dificuldade que tenho em tentar fazê-lo.
Por momentos, tento lembrar de outras coisas quais queres, para não pensar em ti, para tentar tirar-te da mente. Mais uma vez, a dificuldade permanece dentro de mim. Habituei-me de uma maneira a ti, que… Grr. 
Lembro-me de todos aqueles momentos fantásticos que passamos os dois juntos. Nessa altura, estávamos unidos, um com o outro. Sem ninguém no meio. Relembro todas as vezes que estávamos em chamada e que gozavas com a minha pronúncia, lembro-me também das vezes que ficamos empolgados no carro, hás turras um com o outro. Das vezes que me agarravas a mão e me puxavas diante ti, para me beijares. Neste momento consigo soltar um sorriso, porque recordo-me da tua cara a sorrir para mim, recordo-me pois das vezes que me irritavas, e que me davas aquela vontade de te esganar.
Mas porque que tudo se foi embora? Porquê que tudo se desmotivou? 
Hoje, ainda não soltei uma lagrima, porque ainda não olhei a nossa fotografia. E acredita que preferia estar como estávamos de como estamos neste preciso momento. Distantes um do outro! Sem um único momento para recordar. Pergunto-me: “O que devo eu de fazer?”.
Pensei em desistir, mas desistir de vez. Francamente, nem eu sei o que queres de mim, não sei o que faço na tua vida, (se é que estou dentro dela). Acho que é para perder tempo. É a única opção para pensar. Devo mesmo eu desistir? Partir de vez e nunca mais te ver. A última coisa que te posso dizer agora é, que dá-me a vontade enorme de querer estar contigo e dizer-te todas estas palavras, e dizer-te por fim, que te queria beijar, agarrar e nunca mais te
largar. 



A human being is also entitled!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 // 13:26


Todos os seres humanos têm direito a ser respeitados, por normas e por qualidades. Todos eles, têm direito a conviver com aquilo que a vida lhes trás. Quer seja, independente do outro, não interessa. Interessa pois aquilo que é, aquilo que nasceu, aquilo que quer ser. Sobre tudo, falarei o que se passou comigo, os obstáculos que cruzei. A vida a mim trouxe-me um desafio, encaixou-me um rumo diferente, um caminho diferente, uma vida diferente! Elevou-me para um conceito extremamente normalíssimo. Quero com isto dizer, e para ser mais direto, estou a falar da minha orientação sexual. A verdade, é que levei com um ano e precisamente, nem mais nem menos, quatro meses, para descobrir o que realmente era. Não me sentia hétero, sentia-me diferente de todos os heterossexuais.  Muito francamente, nunca imaginei tal coisa, nem sei como tudo passou, ou como tudo se revelou. Contudo, andava confuso e isso deixava-me incomodado. Passei por tempestades, noites mal passados estive. Sobre aquele irritante frio que me deixava congelado. Tal como disse, foi preciso levar com algum tempo para descobrir o que era. Com o tempo, descobri. Fiquei feliz comigo mesmo, senti-me orgulhoso por saber quem era e quem sou, pois nunca ter medo e enfrentar todos aqueles inimigos que me prosseguiam. Consegui!
Decidi revelar alguns dos meus amigos, e tentar ter o apoio de cada um. Teria pensado eu, se algum deles/as me julgasse ou descriminasse, eu não iria dar importância. Teria de ser superior e passar por cima de cada um. Mas na verdade, todos eles/as me apoiaram quando mais precisei, quando mais estive de cabeça baixada.
Um dia, pensei cá para mim: “Estou a fazer algo de errado. Falta-me alguma coisa.” Pois, a minha mãe. Acho que errei em ter revelado a todos os meus amigos e não há minha mãe. Aquela pessoa que sempre esteve comigo quando mais doente estive. Aquela mulher corajosa com que eu sempre me dei bem. Supostamente era a ela que deveria de ter revelado a minha orientação. Sabia eu que lhe ia magoar, que lhe iria deixar diferente comigo. Até mesmo eu, sabia que ela nunca mais me iria olhar da mesma maneira. Mais uma vez, passei noites na entristeça. Andei no silêncio e no vazio. Não tinha coragem de lhe contar. Pois eu calculava que tudo iria mudar, que não ia voltar a ter aquele carinho todo que sempre tive, que não ia voltar a sentir aqueles abraços enormes que só ela me sabia transmitir. Desfiz-me em pedaços, por completo!
Certa altura eu deveria de lhe contar. Mas mesmo assim, eu dizia que nunca teria aquela tendência, que nunca teria aquela coragem de lhe contar. O medo falava mais alto que eu. Dizia eu que nunca iria lhe contar, que iria continuar no silêncio, sem magoar o seu coração. Chorei imensas vezes, com medo do que se pudesse acontecer quando tudo ultrapassa-se.
Eu fartei! Chegou o momento que fartei. Fartei de chorar, fartei de esconder, de me vaziar no silêncio. Ainda aqui estou, a escrever este texto para vocês, membros da escola, verem que eu passei por tal, e que neste momento lágrimas me cai pelo rosto. Para mim é frustrante.
De momento, decidi revelar o que tanto escondi até hoje pela minha mãe. Cansei por completo. Tinha de contar. Então, observei a minha mãe, olhei de uma forma corajosa, de uma forma forçante. Contei! Falei tudo o que devia de falar, e vendo a minha mãe sofrer, as lagrimas gritaram e caíram sobre o seu ombro. Apertei-a de uma forma brusca, que até a mim me meteu dó! Mas contei. Compreendi todos os pontos que a minha mãe me disse, pois não passara de uma fase. Pensei eu que iria ser descriminado, que tudo se iria mudar. O meu autoestima desceu. O tempo parou.
Ouvindo a minha mãe, dizendo coisas que lhe magoara, eu compreendi. De repente, ela me diz: “Não deixarás de ser meu filho só porque a vida te trouxe um rumo diferente. Não! Continuarás a ser meu filho, da mesma forma que fui para ti durante estes anos, serei até morrer. És feliz assim? Ainda bem. Tu estás feliz eu também estou, por teres lutado e por teres consigo chegar ao fim.” Nunca pensei. Fiquei boquiaberto, muito sinceramente! Ao mesmo tempo, chorei, quase com o coração a sair-me pela boca fora.
Hoje sei, que nunca devemos de desistir de uma coisa que se pode dar a volta por cima. Sei que tudo é possível, e que na vida devemos pensar e de aprender com todos os nossos erros. Não desisti, lutei e levei com tudo isto em frente. Na verdade, a coragem encaixava em mim, sabia eu que a tinha.
É por isso que hoje, e todos os dias eu digo: “NUNCA DIGAS NUNCA.” 



Forgive me!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011 // 04:00


Quase todos os dias sinto-me desamparado e angustiado. Na verdade não tenho um bom relacionamento comigo mesmo. Torno as coisas fáceis e ao mesmo tempo difíceis. Mas porquê? Gostava tanto poder viver uma vida normal como quase todas as pessoas. Gostava tanto de poder amar alguém sem conflitos! Queria que as pessoas gostassem de mim, queria que precisassem de mim, queria-me sentir útil. Gostava que todas as pessoas percebessem que o meu maior desejo é ter quem eu quero, quem eu sempre desejei ter. Todas as vezes que converso com alguém que não faça parte da minha família, sinto-me mal, não consigo olhar nos olhos, fico inquieto, e ao tentar olhar nos olhos faço caretas. Não sei, mais o que fazer, dá vontade de desistir da vida. Isto porque às vezes não consigo ser diferente, não consigo ser normal!
Encontrei alguém que me fez acreditar que a vida é capaz de tudo. Que o ser humano pode viver na tranquilidade sem causar extremos e exagerados conflitos. Pois sim, ajudaste-me a ser diferente de todas aquelas pessoas que quando choravam tentavam suicidar-se, ajudaste-me a dar valor há vida. Por momentos, estraguei o que de mais valioso existia em nós. Derrubei aquele teu sentimento que por mim tu sentias iludido. Porquê? Porque que às vezes sou tão confuso. Porquê que às vezes estruturo palavras e momentos em outros sentidos? Porquê?
Acabo por te magoar sem intensão de o fazer, levanto a maldade e deixo-te desamparado. Nunca quis que isso acontecesse. NUNCA MESMO! Pelos vistos, estraguei todo aquele relacionamento que tínhamos, destrui todas aquelas palavras que por ti me forma ditas. Ai, soltou-se o arrependimento de todas elas. Sabes? Odeio-me a mim mesmo. Odeio-me por completo. Aqueles estranhos arrepios entrem dentro de mim e acabam por fazer borrice. Nunca entreguei-me a esse aspeto. Quis sempre amar-te como desde do inico. Como desde o primeiro beijo que por ti me foi transmitido. Eu quero emendar o erro que cometi. E vou emenda-lo. Não te vou deixar partir assim tão facilmente. Não vou! Irei agarrar em tua mão e dizer-te nos olhos que para mim serás aquela pessoa que sempre desejei. Que sempre amei em toda a minha vida. Que sempre vou amar. Quero-te o mais perto possível, quero-te daquela forma única que já andava há tempos à espera. Deste-me essa oportunidade, mas quase que estraguei tudo. Ficaste confuso e nunca o quis assim. As lagrimas despertaram e tantas gotas de águas caíram sobre o meu rosto. Nunca me senti assim, tão podre, tão insensível, tão incompleto, tão desorientado!
Quero tudo de volta, quero aqueles sorrisos que partilhamos juntos. Quero aquelas tuas mãos suaves encostadas no meu corpo, até mesmo no rosto quando me beijavas. Quero-te mais do que imaginas. Perdoa-me e volta a ser o que eras comigo.):